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Serviço

Reforma Tributária (IBS)

A maior mudança tributária do Brasil desde 1988 está em vigor. O ISS começa a ser substituído pelo IBS em 2026. O município que não adaptar o CTM, ajustar a base cadastral e preparar os sistemas vai perder repasses do Fundo de Compensação silenciosamente, sem saber quanto nem por quê.
consultoria tributária municipal
Em vigor desde 2023

A Reforma que ninguém pode ignorar e que a maioria dos municípios ainda não começou a encarar

"O ISS não acaba de repente. Mas o município que não se preparar vai descobrir — em 2027 ou 2028 — que os repasses do Fundo de Compensação são menores do que poderiam ser. E não haverá como recuperar o histórico que fundamenta esse cálculo."

O que a Kiefer & Bagio faz que a maioria das consultorias não faz: não apenas explicar a Reforma, executar tecnicamente a preparação. CTM adequado, base de ISS corrigida para maximizar o Fundo de Compensação, sistemas configurados para operar ISS e IBS em paralelo, equipe capacitada para entender o novo regime.
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De 2023 a 2033 — cada ano tem um prazo

2023

EC 132/2023 promulgada

Base constitucional da Reforma. ISS entra em transição para IBS. Comitê Gestor do IBS criado.
2025

LC 214/2025 regulamenta o IBS

Regras operacionais definidas. Municípios devem iniciar adequação do CTM e dos sistemas imediatamente.
2026

Início da cobrança do IBS

Alíquota de teste. Base cadastral e CTM precisam estar prontos. Fundo de Compensação começa a calcular repasses históricos. Esta é a janela crítica.
2027

Consolidação do Comitê Gestor

Regras complementares do IBS editadas pelo Comitê. Municípios que não adequaram o CTM em 2026 operam sob risco crescente.
2029/32

Redução progressiva do ISS

ISS reduzido 20% ao ano. IBS aumentado proporcionalmente. Dupla gestão tributária simultânea — exige configuração específica dos sistemas.
2033

Extinção total do ISS

O ISS deixa de existir. Municípios que não se prepararam chegam aqui sem autonomia sobre a própria receita tributária.
O que fazemos

Cinco frentes de atuação. Da análise à operação

Não explicamos a Reforma, executamos a preparação. Cada frente é uma entrega técnica concreta que coloca o município no controle da transição.

Análise de Impacto da Reforma na Receita Municipal

Composição de ISS · Projeção IBS · Cenários 2026–2033 · Fundo de Compensação
Antes de qualquer adaptação, é preciso entender exatamente o que está em jogo. Analisamos a composição atual da arrecadação de ISS do município — por setor, por regime tributário, por contribuinte — e projetamos o impacto da transição para o IBS em cada ano do cronograma.
O resultado é um painel de controle com três cenários: sem preparação (perda máxima de Fundo de Compensação), com preparação parcial e com preparação completa  tornando visível o custo de não agir.
Mapeamento da composição de ISS por setor e por regime tributário
Projeção de receita de ISS e IBS por ano de 2026 a 2033
Cálculo do Fundo de Compensação com e sem preparação da base cadastral
Identificação de setores com maior risco de perda na transição
Painel Power BI com cenários e indicadores de acompanhamento

Painel de cenários ISS → IBS

Dashboard Power BI com projeção de receita por tributo em cada ano da transição — mostrando o impacto da redução progressiva do ISS e o crescimento do IBS sobre a arrecadação municipal.
Power BI
Projeção
Cenários

Diagnóstico de setores em risco

Setores como serviços digitais, franquias e intermediação sofrem maior impacto de mudança de competência tributária com a lógica do destino. Mapeamos quais contribuintes do município mudam de perfil no IBS.
Setores
Diagnóstico
Risco

Relatório executivo para gestão municipal

Documento com linguagem acessível para Prefeito e Secretário de Fazenda — mostrando o que muda, o que o município precisa fazer e o custo de não agir. Sem jargão técnico desnecessário.
Relatório
Executivo
Gestão
Qual será o impacto da Reforma na receita do seu município?
Solicitar análise de impacto

Adequação do Código Tributário Municipal (CTM)

EC 132/2023 · LC 214/2025 · Alíquota IBS · Lista de serviços · Retenção
O Código Tributário Municipal que está em vigor hoje foi criado ou revisado sob a lógica do ISS — competência do município prestador, lista de serviços LC 116/2003, cumulatividade. Com o IBS, a lógica muda: destino, não cumulatividade, alíquota definida pelo Comitê Gestor.
Municípios que continuam usando o CTM do ISS durante a transição fazem lançamentos com risco jurídico crescente. A adequação precisa acontecer antes que os lançamentos de ISS vigentes passem a ser contestados com base na nova ordem constitucional.
Diagnóstico do CTM atual — identificação dos pontos de conflito com a EC 132/2023
Revisão da lista de serviços e das alíquotas por item conforme nova legislação
Monitoramento de Dívida Ativa e alertas deav prescrição
Elaboração das alterações legislativas necessárias (projetos de lei)
Fixação da alíquota municipal do IBS — assessoria no processo legislativo
Acompanhamento da conformidade com as resoluções do Comitê Gestor do IBS

Auditoria de conformidade do CTM

Mapeamos artigo por artigo os pontos de conflito do CTM vigente com a EC 132/2023 e a LC 214/2025 — identificando os riscos de nulidade em lançamentos de ISS e as lacunas para a regulamentação do IBS local.
CTM
Auditoria
Conformidade

Alíquota municipal do IBS — urgência

O município que não fixar por lei ordinária sua alíquota do IBS ficará sujeito à alíquota de referência federal — perdendo autonomia sobre a própria receita. Elaboramos o projeto de lei e assessoramos a aprovação na Câmara.
Alíquota IBS
Câmara
Urgente

Monitoramento do Comitê Gestor do IBS

O Comitê Gestor edita resoluções continuamente — definindo detalhes operacionais do IBS que impactam diretamente o CTM. Monitoramos e alertamos sobre cada nova resolução que exige adequação local.
Comitê Gestor
Resoluções
Monitoramento
O CTM do município já foi adequado à EC 132/2023?
Diagnóstico do CTM

Maximização do Fundo de Compensação

Base histórica de ISS · Contribuintes ativos · Cadastro imobiliário · Projeção
O Fundo de Compensação de Receita foi criado para garantir que municípios não percam receita durante a transição ISS → IBS. Ele é calculado com base na arrecadação histórica de ISS e IPTU do município.
Cada contribuinte fora da base de ISS hoje reduz o Fundo de Compensação de amanhã. Cada imóvel sem lançamento correto no IPTU também. A janela de correção está aberta — mas fecha com o avanço do cronograma de 2026.
Análise da base de ISS atual e identificação de contribuintes faltantes
Busca ativa de MEIs, empresas e prestadores não cadastrados no município
Auditoria e correção do cadastro imobiliário — impacto direto no IPTU histórico
Projeção do Fundo de Compensação com e sem as correções realizadas
Monitoramento contínuo da base para maximização dos repasses futuros

A janela que fecha em 2026

O Fundo de Compensação usa o histórico de arrecadação para calcular os repasses. Após o início da cobrança do IBS, o histórico de referência está definido e não pode ser corrigido retroativamente. Agir agora é a única forma de maximizar os repasses futuros.
Urgente
Histórico
Irreversível

Busca ativa de contribuintes não cadastrados

MEIs ativos sem inscrição municipal, prestadores de serviço sem NFS-e, empresas do Simples Nacional sem cadastro na fazenda — cada um representa ISS não arrecadado e base de Fundo de Compensação perdida.
Busca Ativa
MEI
Base ISS

Projeção do Fundo com e sem preparação

Calculamos concretamente a diferença em R$ entre os repasses do Fundo de Compensação que o município receberá dependendo do nível de preparação da base de ISS e IPTU até 2026.
Projeção
Fundo
Impacto R$
A base de ISS do município está maximizada para o Fundo de Compensação?
Avaliar base histórica

Configuração dos Sistemas para Operação Paralela ISS + IBS

Software fazendário · ISS × IBS paralelo · 2029–2032 · Relatórios duplos
Entre 2029 e 2032, o ISS e o IBS coexistem — o ISS sendo reduzido 20% ao ano enquanto o IBS assume progressivamente. Nenhum sistema fazendário municipal está configurado nativamente para isso. É preciso parametrizar para que os dois tributos operem simultaneamente, com relatórios separados e lançamentos corretos para cada regime.
Realizamos a configuração técnica completa — dentro do sistema que o município já usa, sem necessidade de novo software.
Parametrização do sistema para operar ISS e IBS em paralelo
Configuração das alíquotas de redução progressiva do ISS por ano
Relatórios separados de ISS e IBS para prestação de contas ao Comitê Gestor
Configuração da não cumulatividade do IBS (lógica de créditos)
Integração com os sistemas nacionais do IBS quando disponíveis

Operação ISS + IBS simultânea

O período de transição 2029–2032 exige que o sistema processe dois regimes tributários simultaneamente — com alíquotas diferentes por ano e lógicas de cálculo distintas. Configuramos isso antes que o problema apareça.
Dual
ISS + IBS
2029–2032

Não cumulatividade do IBS

O IBS permite o aproveitamento de créditos sobre serviços adquiridos — diferente do ISS. O sistema precisa ser capaz de processar esses créditos corretamente para evitar cobranças indevidas.
Créditos
Não Cumulativo

Relatórios para o Comitê Gestor

O Comitê Gestor do IBS exigirá prestação de contas detalhada sobre a arrecadação de IBS municipal. Configuramos os relatórios no sistema para que esses dados sejam gerados automaticamente com a estrutura correta.
Comitê Gestor
Relatórios
O sistema fazendário do município está preparado para o IBS?
Avaliar o sistema

Capacitação da Equipe Técnica e de Gestão

Secretário · Equipe fazendária · Câmara Municipal · Treinamento prático
A Reforma Tributária muda não apenas os sistemas — muda a lógica tributária. Uma equipe que entende o ISS mas não entende o IBS vai operar o novo regime cometendo erros que só aparecem quando é tarde para corrigir.
Capacitamos em três níveis: gestão (Secretário e Prefeito — visão estratégica do impacto), operação (equipe da fazenda — como operar o IBS no sistema) e legislativo (Câmara Municipal — entender as mudanças que precisam votar).
Workshops para Secretário de Fazenda e gestores — impacto estratégico
Capacitação prática da equipe fazendária no sistema com IBS configurado
Sessão técnica para a Câmara Municipal sobre o que precisará ser votado
Manual de operação do IBS no sistema municipal — adaptado ao software usado
Suporte técnico contínuo durante o período de adaptação

Nível 1 — Gestão estratégica

Para Secretário de Fazenda e Prefeito: o que a Reforma muda para o município, o que precisa ser feito, quais são os prazos e as consequências de cada decisão. Foco em tomada de decisão, não em detalhe técnico.
Secretário
Prefeito
Estratégico

Nível 2 — Operação do sistema

Para servidores da fazenda: como lançar ISS e IBS no sistema, como processar créditos, como gerar os relatórios exigidos pelo Comitê Gestor. Treinamento prático sobre o sistema real do município.
Equipe
Sistema
Prático

Nível 3 — Câmara Municipal

Para vereadores: o que a Reforma exige que a Câmara vote (alíquota do IBS, adequações do CTM), qual o impacto de cada decisão e quais os prazos para aprovação. Sessão técnica sem jargão desnecessário.
Câmara
Vereadores
Legislativo
A equipe da fazenda entende o IBS o suficiente para operá-lo?
Programar capacitação
Como trabalhamos

Da análise ao município preparado em 5 etapas

Cada etapa termina com uma entrega concreta que reduz o risco da Reforma e maximiza o Fundo de Compensação para o município.

Análise de
Impacto

Mapeamos a composição de ISS do município e projetamos os cenários de impacto do IBS sobre a receita — com e sem preparação. Painel Power BI com números reais.

Base e
Fundo

Expandimos a base de contribuintes de ISS, corrigimos o cadastro imobiliário e incluímos os MEIs não cadastrados, maximizando a referência histórica do Fundo de Compensação.

CTM e
Legislação

Auditamos o CTM, elaboramos as alterações necessárias e assessoramos a aprovação na Câmara — incluindo a fixação da alíquota municipal do IBS antes do prazo federal.

Sistemas

Configuramos o sistema fazendário para operar ISS e IBS em paralelo — com as alíquotas de transição, a lógica de créditos e os relatórios exigidos pelo Comitê Gestor.

Capacitação e
Monitoramento

Capacitamos gestão, equipe e Câmara. Monitoramos continuamente as resoluções do Comitê Gestor e alertamos sobre cada nova exigência que impacta o município.
O que esperar

Do município exposto ao município em controle da transição

A diferença entre um município preparado e um município despreparado para a Reforma Tributária é mensurável em R$ de Fundo de Compensação, em risco jurídico e em autonomia sobre a própria receita.

+30–40%

No Fundo de Compensação do IBS

versus município com base de ISS não otimizada estimativa baseada em casos reais

Zero

Risco de conflito entre CTM e EC 132/2023

após adequação legislativa e aprovação na Câmara Municipal

100%

Da equipe operando o IBS com segurança

após capacitação prática nos três níveis: gestão, operação e legislativo
Perguntas frequentes

O que gestores perguntam sobre Inteligência Fiscal

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